Por que parar tem tão pouco a ver com os freios
Algo bloqueia a pista cem metros à frente. Se você para antes ou chega até lá, e a que velocidade, é decidido por duas distâncias que não se parecem em nada: uma cresce junto com a velocidade, a outra com o quadrado dela. Dois controles, uma estrada.
Etapa Você vê
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Velocidade, km/h 1
Toque num trecho da estrada para abrir aquela etapa.
A velocidade não soma perigo, ela multiplica
O argumento por um limite mais baixo nunca é que dez km/h sejam muito. É que a faixa de reação cresce em proporção e a de frenagem com o quadrado, então o ponto onde você para vai muito mais longe do que o velocímetro sugere. Mova o controle um passo a partir dos noventa e veja a marca de parada saltar a linha do obstáculo.
O que tem dentro
- 1 Os metros vão embora antes de você fazer qualquer coisa — Os limites são escritos em km/h, mas tudo o que vem depois acontece em metros por segundo. Divida por 3,6 e o resto do desenho se lê sozinho.
- 2 O primeiro trecho é percorrido na velocidade cheia — Um segundo de reação é um número otimista mesmo para quem está atento. Cansado, distraído ou olhando o telefone, ele dobra, e esta faixa junto.
- 3 Esta cresce com o quadrado da velocidade — A fórmula na tela é o argumento inteiro: a velocidade ao quadrado dividida pelo dobro da aderência vezes a gravidade. Do carro não aparece nada.
- 4 A aderência multiplica tudo que vem depois do pedal — Os três valores de aderência são números de manual para um carro com pneus bons. Pneus gastos os empurram para o mesmo lado que a água.
- 5 Se não deu tempo, tudo se resume à velocidade que sobrou — A velocidade que sobra sai da mesma equação, resolvida ao contrário sobre a estrada que de fato existiu. A barra de energia é o quadrado dela.
Explicações interativas
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