Como se lê uma questão de prova num idioma que você ainda está aprendendo
Uma questão real do banco argentino, desmontada como ela realmente aparece para quem está aprendendo. A maior parte das palavras dá para adivinhar ou pular. As duas que não dão são a questão inteira, e uma tradução completa entrega a resposta escondendo qual palavra a carregava.
Etapa A questão
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- 4
Toque numa parte da questão para abrir aquela etapa.
Cobertura não é compreensão
Dá para cobrir oitenta e seis por cento desta questão e ainda assim errar, porque as palavras adivinháveis são justamente as que não trazem informação. Daí o argumento de colocar a tradução dentro da questão e não no lugar dela: a frase que você precisa reconhecer contra o relógio continua à sua frente, e as duas palavras que você de fato não sabia são as duas que você leva embora.
O que tem dentro
- 1 Catorze palavras, e o relógio correndo — Aqui não há nada simplificado. A redação é a da prova, e é a única com a qual vale a pena treinar.
- 2 Um terço vem de graça para quem fala quase qualquer língua europeia — Marcadas só por semelhança. Quem fala russo ou coreano ganha menos de graça, o que muda o número mas não o formato do problema.
- 3 Metade é cola, e cola não carrega conteúdo — É exatamente por isso que porcentagem de cobertura é uma péssima medida de entendimento. A cola infla o número de graça.
- 4 Os catorze por cento restantes são a questão inteira — A linha na tela vai dessa única palavra até a alternativa correta, porque é de lá que a resposta realmente sai.
- 5 Uma questão traduzida entrega a resposta e tira a lição — As duas leituras servem, em momentos diferentes. O que importa é a ordem: primeiro o original, embaixo o sentido, e a tradução completa por último.
Explicações interativas
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- Provar um segredo sem revelá-lo Um controle percorre as etapas, o outro acrescenta rodadas. Veja a certeza subir a quase total enquanto o segredo continua segredo.
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